O SIMP faz parte do dia a dia das empresas que precisam operar com segurança, manter contratos ativos e sustentar relações comerciais com o governo e grandes corporações. Logo, quando não é tratado com a devida atenção, o impacto pode significar a perda de oportunidades de negócio.
Afinal, o setor de combustíveis no Brasil é complexo por natureza. São muitos agentes, regras específicas e um nível de fiscalização elevado. Produtores, distribuidores, TRRs e revendedores precisam lidar constantemente com obrigações de reporte, controle e comprovação de dados.
É nesse momento que o SIMP passa a ter um papel mais relevante. Quer entender melhor? Continue a leitura e acompanhe:
- O que é o SIMP?
- Quais produtos e agentes são obrigados a usar o SIMP?
- Como funciona o SIMP?
- SIMP e licitações públicas: qual é a relação?
- Quais são os erros comuns que impedem empresas de vender ao governo?
- Como a tecnologia e a IA ajudam empresas reguladas a vender mais?
O que é o SIMP?
Trata-se de um sistema oficial usado para monitorar a produção e a movimentação de combustíveis e outros produtos regulados ao longo da cadeia midstream e downstream. Ele garante segurança da informação, rastreabilidade das operações e acompanhamento do mercado, sendo obrigatório para produtores, distribuidores, revendedores e demais agentes regulados pela ANP.
A sigla SIMP quer dizer Sistema de Informações de Movimentações de Produtos, que se reflete no dia a dia das licitações. Afinal, empresas que vendem combustíveis ao setor público precisam comprovar que operam de forma regular e coerente com o que está declarado.
Por outro lado, quando há inconsistências no SIMP, surgem questionamentos, atrasos na habilitação e até problemas na execução do contrato, mesmo após vencer o processo.
Quais produtos e agentes são obrigados a usar o SIMP?
Incluem diferentes elos da cadeia de combustíveis. Entre os principais estão:
- Produtores de combustíveis, como etanol, biodiesel e biometano;
- Refinarias e empresas importadoras;
- Distribuidoras de combustíveis líquidos;
- TRRs (Transportador-Revendedor-Retalhista);
- Operadores de terminais de armazenamento;
- Produtos como gasolina, diesel, QAV, etanol, biodiesel, biometano, lubrificantes e derivados de petróleo.
Essa obrigatoriedade garante rastreabilidade, conformidade regulatória e controle do mercado.
Como funciona o SIMP?
Funciona por meio de um processo mensal, padronizado e obrigatório para agentes regulados:
- O agente autorizado pela ANP apura dados de produção e movimentação do mês anterior;
- As informações são vinculadas à instalação produtora, não ao CNPJ raiz;
- Os dados são organizados conforme os padrões regulatórios;
- O envio é feito pelo aplicativo i-SIMP;
- A transmissão ocorre até o dia 15 de cada mês;
- O envio é obrigatório mesmo sem operação no período;
- A ANP valida, consolida e utiliza os dados para fiscalização e análise de mercado.
SIMP e licitações públicas: qual é a relação?
Não existe uma relação direta entre o SIMP e o processo de licitações públicas. O sistema é usado pela ANP para controle regulatório. Ainda assim, estar regular no SIMP é fundamental para empresas de combustíveis que desejam participar e executar contratos com o poder público.
Em outras palavras, o SIMP é como se fosse um pré-requisito. Isto é, ele não aparece no edital como um critério de julgamento, mas sustenta a capacidade da empresa de operar sem interrupções.
Se os dados enviados não refletem corretamente a produção, a movimentação ou a instalação responsável pela comercialização, isso pode gerar questionamentos regulatórios, atrasos na liberação de operações ou dificuldades para cumprir o contrato após a contratação.
Para entender melhor, pense no SIMP como a documentação em dia de um veículo. A habilitação para dirigir não é o que define quem vence uma corrida, mas sem ela o carro nem pode sair da garagem, não é mesmo?
Da mesma forma, a regularidade no SIMP não garante a vitória em uma licitação, mas a falta dela pode impedir que a empresa avance ou execute o contrato com segurança.
Quais são os erros comuns que impedem empresas de vender ao governo?
Os principais estão ligados à gestão de dados e à conformidade, como:
- Comercializar produtos pelo CNPJ errado, e não pela instalação autorizada;
- Enviar dados incompletos, inconsistentes ou fora do prazo no SIMP;
- Falta de integração entre operação, área regulatória e time comercial;
- Fragilidades que surgem em auditorias e diligências;
- Dificuldade para comprovar capacidade operacional e executar contratos públicos com segurança.
Como a tecnologia e a IA ajudam empresas reguladas a vender mais?
Ajudam empresas reguladas a vender mais ao automatizar obrigações regulatórias, reduzir erros operacionais e integrar dados de conformidade ao processo comercial. Assim, é possível identificar oportunidades no momento certo, prever demandas públicas e privadas e tomar decisões com mais previsibilidade, eficiência e segurança na execução de contratos.
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O SIMP faz parte da base que sustenta a regularidade operacional, a segurança dos contratos e a capacidade de empresas do setor de combustíveis venderem ao governo e a grandes corporações. Quando bem gerenciado, reduz riscos, evita interrupções e traz mais previsibilidade para decisões comerciais estratégicas.
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